O segundo dia - tarde - Gortyna e Matala - 11 de outubro de 2023


 A beleza helenística: "O modelado ondula suavemente, insiste, se insinua, apaga o plano pouco a pouco." "Praxíteles atrai o espírito para a epiderme das estátuas". Élie Faure.



A basílica paleocristã de São Tito, que anuncia, de maneira espantosa, a arte românica do século XII.









O Odeon de Trajano




Momento emocionante da viagem: O Grande Código de Gortyna. Parcialmente reconstituído, ele inscreve na pedra a Codificação do Direito Civil da cidade estado de Gortyna. Data da virada do século V aC. Traz o princípio da presunção de inocência antes do julgamento, a punição do estupro, a proteção à propriedade feminina em caso de divórcio. Os gregos escreviam na pedra as suas leis.






Durante o período romano, o muro foi desmontado, e as pedras empregadas em novas construções.




O museu de Gortyna













Penteados do terceiro século aC




O contraposto helenístico








A arte grega, neste momento, alcança o instante filosófico. Ela se torna uma vivo devir. Idealista em seu desejo, ela vive, pois busca na vida os elementos de suas construções ideais.
 Élie Faure, sobre o classicismo grego.






O pitoresco helenístico









Uma gárgula bizantina.





Matala: um restaurantinho insípido na praia.








Nos anos 60, Matala devia ser um minúsculo vilarejo de pescadores. Foi quando chegaram os hippies, e foram morar nessas cavernas à beira-mar.






Hoje, ela é invadida por um turismo alemão de classe média, que busca apenas sol e mar. Fizeram um estacionamento que invade a praia.



 














 


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