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20 de abril de 2025 - Domingo de concerto coral.

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  Almoço de Páscoa com Flávia Furtado: aperitivo de beterraba. Esperando no lobby do hotel a Flávia chegar. Flávia e Natalia Sakouro, maestrina. Sala do Palácio de Justiça Coral com o Maestro Marcelo de Jesus, que acompanhou ao piano. O concerto foi muito comovente. Ouvir vozes amadoras bem trabalhadas, num programa nada concessivo, em Manaus: é uma pequena inoculação de cultura na barbárie. Jantar no Juma Ópera: nhoque e Flávia. No avião, às 2 da manhã. Alfred Stevens, Ce que l'on appelle le vagabondage, 1854, huile sur toile, 131 x 164,5 cm, Musée d'Orsay, Paris Quadro que fez Napoleão III humanizar as abordagens policiais.

19 de abril de 2025 - Sábado de La vorágine

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  Café da manhã com Flávia Furtado. Caminhada para comprar itens de toalete, que eu havia esquecido os meus. Caminhada para comprar uísque para o Igor (que não bebe mais, mas eu não sabia). Leitura de um trecho do livro L'an Deux Mille Quatre Cent Quarante: Rêve S'il En Fût Jamais de Sebastien Mercier. "Se mais iluminados pela verdadeira grandeza desprezamos o fasto e as ostentações, se voltamos nossos olhares para objetos dignos da interrogação dos homens, é às letras que nós somos devedores." Ripper e turminha da ópera. Jantar com Pedro Salazar, Flávia Furtado, Daniela Martins, e um certo João MacDowell, compositor, completamente woke, o que fez com que a conversa fosse animada... Descoberta deste quadro de Hayez, A janela do harém. Infinita poesia.

18 de abril de 2025 - Sexta-feira de ida para Manaus

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  A recepcionista muito simpática do Ibis de Manaus. Pedi um quarto no alto. Ela me disse que no 5º andar não tinha, só no 4º. Perguntei: e acima do 5º? - Tem o céu... Dona Jaína (acho) da Pizzaria Splash. "Vou falar para capricharem no suco de cupuaçu para o senhor". Função na praça. Fantástico autorretrato de Caillebotte, com Renoir no fundo, coleção particular.

17 de abril de 2025 - Quinta-feira de último dia de Martinho

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  Caminhada com Martinho Espera da pizza do almoço Vista do restaurante Famiglia Gianni O simpático garçom Murilo, que faz rimas. Terminei Blackmirror: só os dois primeiros prestaram. O 3, com a história do filme noir, era poético, mas previsível. Uma prancha de Degas, linda, na Christie's, e nem muito cara.